Um casal lida com o luto oposto após a morte violenta do filho de 13 anos.
A dramaturgia evoca espacialidades comuns: a casa e a praça. Nesse sentido, construi-se um espaço em torno de um monte de terra. As personagens passam a desenterrar objetos que auxiliam na elaboração da tragédia; do monte-lápide, saem garrafas de café, sapatos e a mesa da própria casa.
No entorno, três mastros apresentam cartazes em branco, suporte de comunicação popular usada para informar o crime em praça pública. Paralelepípedos no entorno da ação principal chegam como material pesado, da rua, e como um limite espacial da situação dramatúrgica.
TEXTO
Gildon de Oliveira
DIREÇÃO
Beatriz Barros
ELENCO
Fábio Osório e Heloísa Jorge
ASSISTÊNCIA DE DIREÇÃO, DESIGN E MÍDIAS SOCIAIS
Mayhara
DIREÇÃO DE MOVIMENTO & PREPARAÇÃO CORPORAL
Sol Menezzes
CENOGRAFIA
Pedro Levorin
LUZ
Guilherme Soares
TRILHA ORIGINAL
Muato
OPERAÇÃO DE SOM
Noedir
ASSESSORIA DE IMPRENSA
Pombo Correio
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO
Fábio Osório e Gabriel Pedreira
REALIZAÇÃO
Zóio de Jabuticaba Produções
FOTOS DE CENA
Juh Almeida