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TRABALHOS ESPACIAIS ︎CENOGRAFIA ︎PESQUISA ︎
Nó, 2026
Cenário

Um casal lida com o luto oposto após a morte violenta do filho de 13 anos. 

A dramaturgia evoca espacialidades comuns: a casa e a praça. Nesse sentido, construi-se um espaço em torno de um monte de terra. As personagens passam a desenterrar objetos que auxiliam na elaboração da tragédia; do monte-lápide, saem garrafas de café, sapatos e a mesa da própria casa.

No entorno, três mastros apresentam cartazes em branco, suporte de comunicação popular usada para informar o crime em praça pública. Paralelepípedos no entorno da ação principal chegam como material pesado, da rua, e como um limite espacial da situação dramatúrgica.


TEXTO
Gildon de Oliveira

DIREÇÃO
Beatriz Barros

ELENCO
Fábio Osório e Heloísa Jorge

ASSISTÊNCIA DE DIREÇÃO, DESIGN E MÍDIAS SOCIAIS
Mayhara

DIREÇÃO DE MOVIMENTO & PREPARAÇÃO CORPORAL
Sol Menezzes

CENOGRAFIA
Pedro Levorin

LUZ
Guilherme Soares

TRILHA ORIGINAL
Muato

OPERAÇÃO DE SOM
Noedir

ASSESSORIA DE IMPRENSA
Pombo Correio

DIREÇÃO DE PRODUÇÃO
Fábio Osório e Gabriel Pedreira

REALIZAÇÃO
Zóio de Jabuticaba Produções

FOTOS DE CENA
Juh Almeida